Morte no pote: Homem envenena namorada com chumbinho no sorvete e é preso após farsa cair
Ele jurou que também passou mal, mas a perícia descobriu a mentira macabra escondida no celular. Você acredita que alguém é capaz de planejar tamanha frieza?
A farsa que durou quatro meses
Rayanna achou que estava apenas dividindo uma sobremesa com o namorado, mas mal sabia que cada colherada do sorvete continha uma dose letal de veneno. O crime, que chocou a vizinhança, finalmente teve um desfecho com a prisão de Everton de Souza, de 39 anos, o homem que ela amava.
No começo, Everton tentou enganar todo mundo. Ele afirmou à polícia que Rayanna havia tirado a própria vida e que ele também tinha passado mal ao provar o doce. A história quase colou, mas o trabalho minucioso dos peritos revelou uma realidade muito mais sinistra.
O veneno proibido e a prova digital
Exames de sangue feitos pelo IML confirmaram que Rayanna Hellen, de 32 anos, ingeriu chumbinho, um raticida altamente tóxico e proibido. Enquanto isso, a perícia digital vasculhou os celulares e recuperou mensagens apagadas que provaram que o crime foi friamente arquitetado por Everton.
A mentira do suspeito desmoronou quando os investigadores confrontaram sua versão com as provas técnicas. Não havia rastro de intoxicação real nele, apenas a marca da premeditação em um plano cruel para tirar a vida da companheira sem deixar rastros óbvios.
Agora, o caso que começou como um suposto suicídio é tratado como feminicídio brutal. Everton está atrás das grades, à disposição da Justiça, enquanto o Ministério Público prepara a acusação baseada em mensagens que ele jurou que ninguém nunca encontraria.
O que você acha dessa frieza calculada? Conta nos comentários se a justiça demorou demais!