Homem mata ex-mulher com 72 facadas enquanto dormia, veste camiseta dela, foge e é preso 37 anos depois no Paraguai
Marcos Campinha Panissa assassinou Fernanda Estruzani em 1989 no Paraná, tomou banho após o crime e sumiu por décadas. Agora, aos 37 anos do brutal assassinato, foi capturado no Paraguai levando uma vida normal de empresário.
Marcos Campinha Panissa foi preso no Paraguai após ficar 37 anos foragido pelo assassinato da ex-esposa Fernanda Estruzani. O crime bárbaro aconteceu em agosto de 1989, no interior do Paraná.
O crime brutal em 1989
Segundo a investigação, Panissa matou a ex-mulher com nada menos que 72 facadas enquanto ela dormia. Após o crime, ele tomou banho, vestiu uma camiseta dela e saiu calmamente de casa.
Condenação e fuga internacional
O assassino ficou dois meses foragido antes de se entregar inicialmente à polícia. Ele foi condenado a 19 anos e seis meses de prisão, mas respondia em liberdade nos primeiros julgamentos.
Em 1995, antes do terceiro julgamento marcado para 2008, Panissa desapareceu novamente e virou foragido internacional. Seu nome estava na difusão vermelha da Interpol, com suspeitas de que estaria na Europa ou no Canadá.
Vida de empresário no Paraguai
No entanto, ele vivia há cerca de 25 anos no Paraguai, mais precisamente em Concepción. Lá, levava uma vida aparentemente normal como empresário, dono de quatro imóveis e duas distribuidoras de bebida e frango.
Vídeos exibidos pelo Fantástico mostram o homem fazendo compras em supermercado e em loja de material de construção, sem demonstrar qualquer sinal de preocupação. Um grupo especial de inteligência paraguaio montou a operação que resultou na prisão.
Prisão e retorno ao Brasil
Panissa foi levado para Ciudad del Este e entregue às autoridades brasileiras. Ele não quis se manifestar no momento da captura.
A defesa pretende recorrer para reduzir a pena para cerca de nove anos. O que você acha dessa história de justiça tardia? Conta nos comentários!