DNA confirma que corpo achado em rio é de corretora gaúcha morta por vizinhos em SC
O mistério sobre o paradeiro da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, chegou a um fim trágico. Exames de DNA comprovaram que o corpo encontrado em um córrego em Major Gercino (SC) no dia 11 de março era dela.
A confirmação veio mais de um mês depois, deixando a família em prantos. A gaúcha desapareceu em Florianópolis e a família logo desconfiou que algo estava errado.
Mensagens estranhas e sinais de alerta
As mensagens enviadas pelo WhatsApp dela pareciam estranhas, cheias de erros que Luciani não cometia, como “pesso”, “respentem” e “precionando”. Era um grito de socorro disfarçado.
O carro da vítima foi visto por câmeras em São João Batista (SC). Além disso, os cartões de crédito dela passaram a ser usados em compras online.
Um empréstimo de R$ 20 mil foi sacado em seu nome. A polícia sabia que o caso era muito mais do que um simples sumiço.
Investigação aponta para vizinhos
As investigações levaram a um apartamento vizinho ao de Luciani. Lá, os policiais encontraram pertences dela, como notebook e TV, além de produtos comprados com seus cartões.
O vizinho adolescente retirava as encomendas. O irmão dele, de 27 anos, estava foragido por latrocínio em São Paulo.
Prisões e desfecho do caso
A mulher de 30 anos, companheira do foragido, foi presa em flagrante. O casal tentou fugir para o Rio Grande do Sul, mas foi capturado pela Polícia Rodoviária Federal em Gravataí.
O irmão adolescente também foi apreendido. A polícia ainda investiga os detalhes do que foi feito com a corretora.
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