Cinco homens vão a júri pela maior chacina do DF: família de 10 pessoas foi exterminada
Começou nesta segunda-feira (13) o julgamento dos cinco acusados de participar da maior chacina da história do Distrito Federal.
Fabrício Silva Canhedo, Carlomam dos Santos Nogueira, Carlos Henrique Alves da Silva, Horácio Carlos Ferreira Barbosa e Gideon Batista de Menezes vão a júri popular no Fórum de Planaltina.
Motivação do crime e possíveis penas
Eles são acusados de matar brutalmente 10 pessoas da mesma família para tomar posse de uma chácara avaliada em R$ 2 milhões no Itapoã (DF).
Se condenados, cada um pode pegar mais de 70 anos de prisão. Somadas, as penas podem chegar a 385 anos.
A frieza da execução
O crime aconteceu em 2023, mas a frieza dos detalhes ainda choca. Os assassinos atraíram as vítimas uma por uma por meio de mensagens falsas enviadas dos próprios celulares dos mortos.
Entre as vítimas estavam três crianças: Rafael (6 anos), Rafaela (6) e Gabriel (7). Eles foram queimados vivos dentro de um carro junto com a mãe, Elizamar.
O plano cruel e as acusações
O plano criminoso incluiu simulação de assalto, cativeiro em Planaltina, esquartejamento, corpos incendiados e até ocultação de cadáver em uma cisterna.
O patriarca Marcos Antônio foi executado com um tiro na nuca. A mulher dele, Renata, e a filha Gabriela foram levadas para Unaí (MG) e assassinadas em seguida.
Acusações criminais
Os cinco réus respondem por homicídio qualificado, latrocínio, ocultação de cadáver, extorsão mediante sequestro, associação criminosa e corrupção de menor.
O caso é tão brutal que virou reportagem especial do Metrópoles, intitulada “O Fim de uma Família”.
Você acredita que a justiça vai dar a pena máxima para esses criminosos? Conta nos comentários e marca quem precisa ver esse julgamento!