Seleção brasileira sofre desvalorização bilionária e chega para a copa de 2026 valendo bem menos

seleção brasileira sofre desvalorização bilionária e chega para a copa de 2026 valendo bem menos

Enquanto a febre do Mundial sobe, os números revelam uma realidade amarga sobre o valor das nossas estrelas em comparação ao Catar.

A preparação para a Copa do Mundo de 2026 já começou com uma notícia que pegou muitos torcedores de surpresa e gerou debates intensos nos bastidores do futebol mundial. A Seleção Brasileira, agora sob o comando técnico de Carlo Ancelotti, já definiu os 26 jogadores convocados que buscarão o hexacampeonato, trazendo o retorno triunfal de Neymar como o grande centro das atenções. No entanto, apesar do brilho inegável dos nomes que compõem a lista, um levantamento financeiro detalhado revelou uma perda confirmada que preocupa especialistas e investidores do esporte nacional: o elenco desvalorizou drasticamente.

A grande questão gira em torno do valor de mercado do elenco atual, que apresentou uma queda acentuada em comparação ao grupo que disputou a Copa de 2022, no Catar. Naquela última edição, a equipe brasileira era considerada uma das potências financeiras do planeta, ostentando uma avaliação total impressionante de € 1,137 bilhão, conforme dados consolidados pelo portal especializado Transfermarkt. Na época, o Brasil contava com estrelas como Rodrygo, avaliado em € 80 milhões, e nomes como Antony e Gabriel Jesus, ambos cotados em € 75 milhões, elevando o prestígio internacional do grupo.

Para se ter uma dimensão exata da diferença, o grupo montado para o Mundial de 2026 está avaliado em aproximadamente € 908,7 milhões, o que equivale a cerca de R$ 5 bilhões. Essa redução de centenas de milhões de euros é explicada, principalmente, pelo envelhecimento natural e pela consequente desvalorização de atletas experientes que permaneceram no ciclo da seleção. O caso mais emblemático e dramático é o do atacante Neymar, atualmente no Santos. O craque, que em 2022 possuía um valor de mercado de € 75 milhões, viu sua cotação despencar para apenas € 10 milhões no cenário atual.

Além de Neymar, uma extensa lista de veteranos de peso também sofreu reduções significativas em suas avaliações de mercado ao longo deste ciclo. Goleiros de elite como Alisson Becker, Ederson e Weverton, além de defensores consolidados como Danilo, Alex Sandro, Marquinhos e Bremer, registraram quedas em seus preços. O setor de meio-campo e o ataque também sentiram o impacto, com jogadores como Casemiro, Fabinho, Lucas Paquetá e Gabriel Martinelli apresentando números bem inferiores aos que ostentavam há quatro anos, refletindo uma mudança clara no perfil financeiro do time.

Por outro lado, em meio ao cenário de desvalorização, apenas três jogadores que estiveram no Catar conseguiram nadar contra a maré e aumentar seus valores sob a gestão de Ancelotti. O destaque absoluto é Vinicius Júnior, que saltou de € 120 milhões para € 150 milhões, consolidando-se como um dos atletas mais valiosos do mundo. Ele é acompanhado por Raphinha, que subiu de € 50 milhões para € 80 milhões, e Bruno Guimarães, que valorizou de € 60 milhões para € 75 milhões, sendo os pilares de esperança financeira e técnica para a busca do tão sonhado título em 2026.

Diante dessa desvalorização bilionária, você acredita que o valor de mercado reflete o que veremos em campo ou o talento brasileiro vai superar os cifrões? Comente sua opinião!

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