Sargento do Exército é preso após atropelar jovem de ré e arrastar vítima covardemente no DF

Sargento do Exército é preso após atropelar jovem de ré e arrastar vítima covardemente no DF

Ele fugiu sem prestar socorro após passar por cima da garota com o carro em alta velocidade. Será que a justiça será feita contra o militar?

Tragédia e Covardia no Riacho Fundo

A Justiça do Distrito Federal não teve piedade e decretou a prisão preventiva do sargento do Exército Guilherme da Silva Oliveira, de 25 anos. Ele é o principal acusado de um crime que chocou a população: o atropelamento brutal de uma jovem de apenas 20 anos, ocorrido após uma noite em um bar local.

O caso aconteceu no Riacho Fundo e as imagens de câmeras de segurança revelam uma cena de horror absoluto. O militar dirigia um veículo Gol em alta velocidade e, de forma inexplicável, fazia uma manobra de marcha a ré quando atingiu a vítima em plena faixa de pedestres.

Vítima foi Arrastada e Abandonada à Própria Sorte

O impacto foi devastador. Além de passar por cima da jovem, o sargento a arrastou pela via e fugiu do local na contramão, sem prestar qualquer tipo de socorro. Segundo investigações, testemunhas afirmam que o grupo no carro, incluindo o motorista, estaria consumindo vodka antes da tragédia.

A jovem sofreu fraturas graves na bacia, tem suspeita de traumatismo craniano e terá que passar por uma cirurgia delicada no rosto. Enquanto ela luta pela vida em um hospital na Asa Sul, o militar alega em sua defesa que fugiu apenas por medo de ser agredido pelas pessoas que presenciaram a cena.

Investigação Apura se Houve Rejeição e Vingança

O irmão da vítima relatou um detalhe sombrio: testemunhas disseram que o sargento estaria importunando garotas no quiosque antes do crime. A família acredita que o atropelamento pode ter sido uma reação violenta após o militar ser rejeitado pela jovem, embora a polícia ainda analise todas as versões.

O delegado Jhonson Kenedy, da 29ª DP, autuou o militar por tentativa de homicídio. A forma perigosa como ele dirigia — de ré e na contramão — foi o fator determinante para que a Justiça decidisse mantê-lo atrás das grades durante a audiência de custódia realizada nesta terça-feira.

O que você acha desse comportamento vindo de um militar? Conta nos comentários!

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